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[A propósito deste post.]
domingo, 26 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Dúvidas
Será que Cavaco, nadando nos seus sapatos tamanho 49, de polegares enfiados nos suspensórios folgados e coçando a cabeça debaixo da careca falsa, vai processar todo e cada português que lhe chamou palhaço? Ou não leva assim tão a sério a vocação?
quinta-feira, 23 de maio de 2013
A propósito de Wagner (ou não)
Há Wagner há duzentos anos, é claro, e toda uma galeria de compositores antes e depois dele. Mas, embora ame e rejubile com a música clássica (ou erudita ou o que quiserem), temo ser demasiado plebeu para encarnar um verdadeiro amante do género. E talvez a pop seja uma sina dos que formam o carácter nos anos oitenta do século XX.
Nunca nenhum disco tocou tanto nas minhas orelhas como Snow Borne Sorrow, dos Nine Horses (David Sylvian). Há certamente aberturas mais respeitáveis nos anais da música, mas o falso optimismo ou alegria melancólica de “Wonderful World”, primeiro tema do álbum, é que põe os altifalantes do Chevrolet a vibrar, dando um sentido ao Inverno ou, se nos permitirmos certa indulgência, um slogan à Primavera.
E depois há o terceiro tema, com o contrabaixo a marcar-nos a pulsação — cujo título, “The Banality of Evil”, nos pode afinal remeter para Bayreuth.
Esqueci-me de perguntar
O Blasfémias já excomungou o camarada Carlos Abreu Amorim, CAA para os amigos, depois de este ter traído São Vítor Gaspar?
terça-feira, 21 de maio de 2013
Frase do dia 2
«Pai de Passos Coelho aconselha o filho a demitir-se. ‘Isto não tem conserto. Entrega isto.’»*
A argumentação é mais de avô, mas certos pais conseguem também este grau de indulgência e cumplicidade, tomando sempre o partido da prole. Como se depois de o estouvado do rapaz se ter mandado contra o louceiro, deixando tudo em cacos, o avô (no caso, o pai) fizesse a proverbial vista grossa e, tipicamente, com infinito amor, admoestando o móvel em vez do fedelho, sentenciasse: «Deixa lá, a louça não prestava.»
Para aplicar um correctivo à criatura teríamos de invocar uma perceptora. Ou uma governanta mais afeiçoada à louça do que ao pequeno lorde. Não se põe de parte que ande por aí alguma.
* Jornal I
Frase do dia 1
Jogos de palavras orwellianos são tão habituais neste Governo como respirar. E ele está ofegante.
A frase, bela e lapidar, é de Pacheco Pereira, a propósito da novilíngua do Governo, onde “requalificar” significa despedir.
P.S. Pacheco não a escreveu bem assim; retoquei-lhe um pouco estilo, mas não o sentido.
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